As memórias de Manoel. As nossas memórias. A vontade de reescrever tudo, transformar em ação, viver a cena. O que nos uniu para este trabalho em torno das Memórias Inventadas, de Manoel de Barros, foi a fascinação que o poeta tem pelas coisas que sobram, que ficam, que são deixadas para trás. Como fazer poesia com o que é tido como lixo? Como, hoje, quando tudo é descartável e feito para durar o espaço de uma piscar de olhos, descobrir a eternidade nas coisas, em nossos pequenos atos?
Essa foi a nossa angústia, o que nos moveu para esta pesquisa. Transformar tudo isso em cena, em contação de histórias, foi apenas o resultado de um turbilhão de pensamentos que nos atravessou. Estamos em processo... sempre! E o processo – e o resultado! – disso tudo dividiremos com quem quiser nos ler aqui. Boa viagem para nós.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
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